As telas OLED se diferenciam principalmente pela espessura ultrafina e pelo brilho. O segredo por trás tecnologia é o uso de materiais orgânicos eletrofosforescentes, que emitem luz própria. Alguns seres na natureza são capazes de emitir luz - como os vaga-lumes e o plâncton - e os cientistas recriaram em laboratório esta capacidade de forma não-biológica.
OLED não é algo tão novo assim. Apesar das pesquisas sobre essa tecnologia andarem a passos largos, as empresas ainda não conseguiram desenvolver telas tão grandes a preços acessíveis. Só para se ter uma ideia, a única TV OLED disponível no mercado, até então, tem apenas 15 polegadas e custa cerca de 2 mil euros. A empresa continua apostando na tecnologia este ano e apresenta agora o protótipo do seu novo televisor, desta vez com 31 polegadas.
As diferenças entre a tela OLED e as companheiras de plasma e LCD expostas perto dela são gritantes. As cores são muito mais vivas, tanto na exibição de conteúdo em full HD quanto em 3D.
A qualidade superior da imagem do OLED é explicada porque, ao contrário das TVs de LCD, não é necessária uma iluminação de fundo ou lateral. Os próprios diodos são capazes de emitir luz ao receberem uma carga elétrica e aí, cores se tornam mais vivas e as taxas de contraste se tornam ainda maiores. Isso também explica uma outra vantagem dessas telas: elas são muito mais finas. No caso desse protótipo especificamente, ele tem apenas 2,9mm de espessura.
A LG pretende lançar o produto no mercado, mas ainda não tem uma data definida. A Sony e a Panasonic também já estão trabalhando nesta tecnologia. Será que sai antes da copa de 2014? Vamos aguardar.

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